As portarias remotas vieram para ficar?

6 de outubro de 2020

Apesar de mais seguras e eficientes elas não indicadas para todos os tipos de condomínios.

A segurança é uma das coisas de maior preocupação nos condomínios, devido ao número alto de circulação saber quem está dentro das dependências é primordial.


A questão é: a portaria presencial é a maior despesa do condomínio com a folha de pagamento.


Com o alto custo para manter os porteiros e as inúmeras reclamações dos serviços prestados por esse tipo de profissional, tem sido cada vez mais comum que os condomínios optem pela portaria remota.


De acordo com informações de empresas especializadas, o serviço de portaria remota pode gerar uma economia de até 60% com mão de obra. Porém colocando na ponta do lápis não é só a economia com pessoal que precisa ser levada em conta, para realizar essa mudança, o síndico terá que investir na instalação de câmeras de segurança, contratar uma operadora de internet exclusiva para o serviço, automatizar portões, entre outros itens mais sofisticados como leitor biométrico, interface de PABX, além de adquirir um gerador de energia para casos de queda de luz.


Além do investimento inicial com equipamentos, o síndico terá que levar em conta algumas especificidades antes de escolher essa modalidade. A qualidade da empresa contratada, o preço dos equipamentos para instalação e principalmente o tamanho do condomínio. Isso porque alguns empreendimentos, como os condomínios clube, são muito grandes e por terem muitas torres, é muito difícil a adaptação ao sistema remoto devido ao altíssimo número de pessoas que entram e saem a todo momento.


Mesmo com a enorme redução de custos, portarias remotas só devem ser escolhidas se forem funcionais para o prédio.

Fonte: Viva o condomínio


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